O governo tucano resolveu, depois de 12 anos, abrir um “saco de bondades” na reta final. Quer aprovar a PEC 63, que institui o Orçamento Impositivo passando de R$1,5 milhão para R$ 7,5 milhões as emendas por parlamentar. Quer aprovar em fim de governo planos de carreira e conceder aumento para o funcionalismo de 4,62% retroativo a outubro sem lastro orçamentário.

Para o deputado estadual Durval Ângelo (PT) o atual administração está tentando dificultar o governo de Fernando Pimentel deixando o Estado ainda mias endividado. “Uma pergunta ainda não respondida é se o atual governo deixará recursos em caixa para pagar a diferença desse reajuste ao funcionalismo de 4,62%, relativo aos meses de outubro, novembro e dezembro, proposto pelo governador”, afirma o deputado.

Durval relata ainda que o governo tucano não está repassando as informações da situação de Minas Gerais para a equipe de transição. “Os dados que estão sendo repassados estão disponíveis na internet. Nada além disso é informado e muitos questionamentos feitos ficam sem resposta”.